sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014





SAÚDE GLOBAL: BARRIGA DE CHOPE OU OBESIDADE VISCERAL?







Cirurgião gástrico alerta para os perigos da circunferência abdominal aumentada, principalmente em homens

Tradicional argumento e motivo de piada entre os homens que estão fora de forma, a famosa “barriga de chope ou de cerveja” pode ser o principal sintoma de uma doença séria, a obesidade visceral. Dr. Luiz Vicente Berti, (CRM-SP 62294), cirurgião do aparelho digestivo, diretor do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica, alerta para os riscos de um abdômen com circunferência acima da média. “Além de mascarar doenças metabólicas, a gordura visceral tem taxa de mortalidade alta entre os homens, porque é o tipo de excesso de peso que oferece maior chance de problemas cardíacos. A gordura não se acumula apenas na parte inferior do abdômen, ela também ataca as vísceras. Daí o nome de obesidade visceral”.

Existe um nível de gordura visceral que cumpre uma função importante de proteger os órgãos do aparelho digestivo, mas o problema se instala quando esse nível passa dos limites. A obesidade visceral é diagnosticada quando a gordura não está armazenada somente na região subcutânea, mas também nos órgãos internos, como estômago, intestino e, principalmente, no fígado. “Estatisticamente existem duas mulheres obesas para cada homem. No entanto, são eles as principais vítimas desse problema. Ao contrário delas, que acumulam gordura na região do quadril, os homens armazenam esses excessos diretamente na região abdominal”, explica o cirurgião.

Fatores como má alimentação, comer fora de hora e consumir alimentos gordurosos em excesso, são outros aspectos dos maus hábitos da vida moderna que também influenciam no desenvolvimento da obesidade visceral que, além de prejudicar a saúde, interfere no contorno corporal.

Doenças metabólicas

Esse acúmulo de gordura visceral pode causar outras doenças metabólicas, como diabetes, aumento do colesterol ruim e da taxa de triglicérides, hipertensão arterial, esteatose hepática, problemas respiratórios, entre outras enfermidades que triplicam os riscos de infarto, derrames, entre diferentes ocorrências fatais. “Para quem está acima do peso, a ferramenta mais econômica de avaliação é a fita métrica. Homens com circunferência abdominal a partir de 102cm e mulheres de 88cm, devem procurar um médico imediatamente para avaliação, exames clínicos, diagnóstico e um possível tratamento”, alerta o Dr. Berti.

Sendo visceral ou localizada, o tratamento da obesidade envolve reeducação alimentar, prática de atividades físicas e, em casos mais avançados, quando o paciente não apresenta os resultados satisfatórios com os métodos já citados , recomenda-se a cirurgia bariátrica. “A obesidade é uma doença séria e pode matar. Felizmente, tem controle e o paciente pode voltar ao peso ideal. Vale ressaltar que o procedimento cirúrgico não está ligado às questões estéticas. Ele é uma alternativa para que o indivíduo possa ter mais qualidade de vida”, finaliza.
Além de investir em uma alimentação balanceada, PARA PERDER GORDURA, mesmo quando estiver EM REPOUSO.







É essencial AUMENTAR em número e tamanho as MITOCÔNDRIAS (usinas de força que ficam dentro das células), que são organelas responsáveis pelo processo de QUEIMA das GORDURAS !! Para isso, é necessário fazer EXERCÍCIOS PROLONGADOS (acima de 40 minutos) e com frequência praticamente diária. É por esta razão que as pessoas comentam que aulas de spinning ou treinos de corrida fazem o indivíduo “secar” !! Pesquisa acadêmica da Suécia mostrou que uma proteína chave para a reprodução das MITOCÔNDRIAS, a PGC-1α, tem uma variante sua em número elevado após apenas uma hora a andar de bicicleta. E que ela não está de todo presente antes do exercício físico. Isto sugere que certos genes são ativados exclusivamente pelo exercício físico, já que essas proteínas são as responsáveis pelas transcrições genéticas que dao origem a novas mitocôndrias. Isso nos oferece um pista para perceber os EFEITOS dos EXERCÍCIOS FÍSICOS na SAÚDE ;) E, ao realizar treinos aeróbicos frequentes e prolongados, o corpo acaba se adaptando a esta DEMANDA ENERGETICA AUMENTADA. E a forma de gerar mais energia para atender essa demanda é queimar os estoques de gordura armazenados na cintura, abdomen, enfim. De fato, a queima das gorduras gera muito mais energia do que queimar carboidratos. Só que, para “ensinar” o corpo a queimar mais gordura, é preciso realizar estímulos aerobicos prolongados. Assim, além do elevado gasto calórico semanal nos exercicios, o indivíduo passa a queimar mais gordura também em repouso, facilitando ainda mais o processo de emagrecimento que se mantem. Mais uma razão para caminhadas, bike, natação e corrida. REFERÊNCIAS de Pesquisa: sobre a matéria “QUER QUEIMAR GORDURA? INVISTA NAS MITOCÔNDRIAS! “ com o Professor Renato Dutra http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/nutricao/quer-queimar-mais-gordura-invista-na-criacao-de-mitocondrias/  e pesquisa acadêmica sueca no http://www.scienceinschool.org/2012/issue23/exercise/portuguese  e no (em INGLES) http://www.fasebj.org/cgi/content/meeting_abstract/22/1_MeetingAbstracts/753.12
Uma das razões porque HOMEM EMAGRECE MAIS RÁPIDO que a MULHER





É  fato de a ELA SER BIOLOGICA e evolutivamente PROGRAMADA PARA ESTOCAR GORDURA DHA, um tipo complexo de ÔMEGA 3, que vai nutrir seus futuros filhos !! Mas peraí, eu nem quero ter filhos....não interessa...a natureza não fez plebiscito para saber quem queria ou nao...ela é ditatorial...HAHAHA...portanto, é assim para todas (com funcionamento normal do corpo). O DHA é estocado especificamente nas regiões das COXAS, dos QUADRIS e GLÚTEOS, tendo seu acesso fechado a 7 CHAVES pela mãe natureza !! Sim, é dificílimo perder esse tipo de gordura, que geralmente o corpo só libera nas circunstâncias de gestação (nos últimos meses) e na amamentação !! Toda essa proteção tem uma razão especial. Esse tipo raro de ÔMEGA 3 é o que vai garantir a formação do cérebro do bebê em pouquíssimo tempo. E nao ha como suprir essa necessidade soh com alimentacao, enquanto gravida ou amamentando. Ou seja, mulheres podem tentar queimar aquelas gordurinhas das pernas e dos glúteos, mas a natureza prefere que elas estejam lá!! É o que diz a pesquisa dos médicos William D. Lassek e Steven Gaulin. Pois elas guardam recurso precioso necessario a manutencao saudavel da especie humana ;) No fim, a batalha eh entre elas e sua natureza feminina !! Para que a mulher não estoque DHA em excesso, que eh dificil de perder, a recomendação é para que se CONSUMA MAIS ALIMENTOS com ÔMEGA 3 (especialmente peixes de agua mt fria) do que Omega 6 (presente em alimentos industrializados, frituras e oleos de soja e milho). E que não se fique entrando em dietas malucas, com muita restricao de alimentos. OMEGAs 3 e 6 sao duas gorduras que competem: uma dieta com muito ômega 6 resulta em menos ômega 3 disponivel. E o BAIXO NIVEL do OMEGA 3 no sangue da mulher diz constantemente ao seu cérebro que é preciso armazenar + gordura, para aumentar o estoque de DHA, que tambem vai ficar ainda mais dificil de perder, porque o risco de escassez sofistica os mecanismos anti-perda !! DICAS de ALIMENTOS com OMEGA 3 e as REFERENCIAS de Pesquisa, colocarei nos comentarios deste post ;)

Você quer emagrecer? Definir? Ficar “mais forte”? Por quê?

Bom dia!! Texto do Rodrigo Paiva ( @personal_sa) super inspirador..E eu quero que vocês sempre tenham um motivo para levar uma vida saudável, de corpo e mente…E aí? O que te move?

Você quer emagrecer? Definir? Ficar “mais forte”? Por quê?

Responder a essa pergunta pode ser mais importante do que pensa para você ter sucesso!
Quando éramos crianças, perguntávamos muitos porquês para saber origem ou razão de muitas coisas. E ter bem claro o real motivo para você emagrecer ou mudar seu corpo é fundamental!
A resposta é que lhe dará a motivação para treinar, superar seus limites e ter força de vontade para resistir à tentação da comida.
Um mesmo motivo pode ser fraco para uma pessoa e forte para outra. Por exemplo, é comum ver gente que têm o colesterol alto e começam a se alimentar melhor e fazer atividade física. Outras pessoas com o mesmo problema não ligam e contam com a sorte para não ter complicações cardiovasculares.
A descoberta de uma alteração nos níveis de glicose faz com que umas pessoas mudem de vida. Outras, que têm diabetes, acreditam que não vai dar em nada e continuam com a vida normal, já que essa doença não dói. Está vendo como o mesmo motivo pode ser forte para uns e fraco para outros?
Uma ótima motivação para emagrecer são noivas que irão casar em breve. Mudam a alimentação, se matriculam na academia e resistem às tentações! Já foi à casa de algum casal em que no porta-retrato tem uma foto da época do casamento em que estão 5 ou 10 quilos mais magros? Emagrecer para casar! É um excelente motivo para emagrecer, correto? – “Eu não vou comer isso… tenho que estar bem na foto!”. – “Vou fazer um sacrifício para entrar bem na roupa!”. Muito comum!!!
E você? Quer mudar? Por que? Vai usar roupas de banho no verão? No carnaval? Está com algum problema de saúde? Está com baixa auto-estima? Difícil arrumar um namorado(a)?
Se tivesse dinheiro envolvido no processo iria ficar mais fácil, não? Por exemplo, você irá ganhar 1 milhão de reais se conseguir perder 5 quilos nos próximos 3 meses. Dinheiro, para a grande maioria é uma ótima motivação. – “Eu vou comer mais um bombom? Não… vou ganhar um milhão de reais”.
Em outra situação, pense nos programas de televisão que acompanham pessoas para emagrecer. Alguns são até competição! A motivação aumenta! “O mundo vai ver meu fracasso? Não posso passar esse vexame…”.
Descubra o que te move! Sua motivação é arma de guerra! Não vá para a batalha desarmada(o). A chance de ter sucesso é muito maior quando se sabe o real motivo da sua luta. Lembre-se disso em seus momentos de fraqueza. E então, reúna todas as forças possíveis! As vezes se faz necessário a ajuda de um proficional, o psicólogo também ajuda nessas dúvidas... por isso temos uma equipe multidiciplinar, cada um ajudando onde precisa para o seu objetivo.
Seu motivo de tentar ser diferente é realmente forte? Você precisa disso? Será mais feliz se conseguir? Sua vida será diferente? Responder isso para você mesmo é o primeiro passo! E aí? O que te move?

Perder gordura e ganhar massa!

Oie! Mais um texto excelente do querido Rodrigo Paiva ( @personal_sa)
Emagrecer, definir e ganhar “tecido magro” ao mesmo tempo não é fácil. Mas, é possível sim! Confira algumas dicas para você conseguir atingir esse resultado que é a meta de 80% das pessoas que se matriculam em academias!

Quase todos que se matriculam em academias de ginástica querem perder gordura e deixar as coxas, glúteos ou braços um pouco mais “durinhos”.
Isso é muito possível! Não é incomum ver resultado de avaliações físicas 3 meses após o início de um programa de atividade física em que se ganha 2 kg de massa muscular e se perde 3 ou 4 quilos de gordura.
Para conseguir um resultado como esse, ter disciplina e foco é indispensável, pois, para o corpo, são duas situações opostas: uma em que ele precisa queimar e outra em que é necessário construir. Alguns hormônios que fazem queimar mais gordura, também fazem queimar músculos. E outros que fazem construir (anabolizar) músculo, também fazem construir gordura. E pior, quando um hormônio está com altos níveis no sangue, o de ação oposta normalmente está baixo. Por isso, o mais comum é quando a pessoa ganha músculo, ela também ganha gordura. E, quando emagrecer, também perde massa muscular. Não é difícil encontrar pessoas que perderam 10 quilos e continuam flácidas porque diminuíram a musculatura.
Então, o que fazer?
1-     O programa de treinamento precisa ter momentos de alto gasto calórico, mas também séries de hipertrofia muscular. Corda, corrida, escada infinita, bicicleta / leg press, cadeira extensora e flexora, agachamento, supino, remada… Todos muito bem mesclados, periodizados e otimizados! Séries que façam cansar e séries que produzam aquele “ardor” ou tremor muscular. Procure um bom profissional de Educação Física para te ajudar no seu programa.
2-     Você precisa dar energia ao organismo quando ele mais precisa. Após a atividade física, nosso corpo está mais propenso a recompor todo estoque que foi usado durante o treino. Depois de finalizado o exercício é necessário fazer uma alimentação rica em proteínas e em bons carboidratos. Assim você dá nutrientes quando o corpo mais consegue utilizar, que é até 3, 4 ou 5 horas depois do término do treino. Não fique com aquela ideia de comer só uma fruta depois da academia achando que se comer mais irá jogar todo trabalho por terra. É nessa hora em que você mais pode e deve comer.
Se você malha às 11h da manhã, por exemplo, seu almoço e o lanche da tarde devem ser mais carregados em proteínas do que os outros.
Não se esqueça de que frutas, incluindo o açaí, não são fontes de proteínas. Carne, laticínios e ovos sim.
3-     Não exagere na alimentação quando seu corpo menos precisa de calorias: à noite, se você malha pela manhã; de manhã, se você malha à tarde ou à noite; fim de semana, se você não faz ginástica. Nesses momentos em que o corpo não vai construir muito músculo, deixe-o queimar mais gordura.
4-     Diminua a quantidade de gorduras ruins na alimentação. E também não passe da conta das gorduras boas. Apesar de serem boas para a saúde, elas também engordam bastante. Você não precisa se esbaldar na castanha ou no azeite. Comer muita gordura não ajuda a ganhar músculos. Então, tente não passar de 5 ou 6 gramas de lipídeos por refeição. Olhe o rótulo do alimento. Se tiver muito mais do que isso, abra o olho… O melhor é procurar um profissional para dosar isso para você!
5-     Não fique muito tempo sem comer. Dependendo da sua refeição anterior, até 4 horas de jejum pode ser aceitável. Mas, mais do que isso acontece o contrário do seu desejo. O metabolismo passa a consumir mais proteínas para se manter vivo (e uma boa parte dessa proteína sai dos músculos), diminui a queima de gordura e aumenta a armazenagem quando você for comer novamente. Ou seja, queima tecido magro e aumenta o gordo.
6-     Divida bem as calorias durante o dia. Não faça refeições tão pequenas e outras tão grandes. Na maioria dos casos, aumente os lanches e diminua o almoço e jantar. Isso vale para a semana também: cuidado para não passar da conta em um dia e tentar compensar em outro.
Você pode conseguir sim! O mais importante de tudo é ter foco, disciplina e, se errar, retomar com força total!

Como seu corpo reage cortando e restringindo os carboidratos da alimentação

Como seu corpo reage cortando e restringindo os carboidratos da alimentação?
Por que muita gente perde peso fazendo isso?

Há muitos anos, o Dr. Atkins criou a “Dieta da Proteína” (A Dieta Revolucionária do Dr. Atkins) e a fez ficar conhecida no mundo todo. Ele reduzia o consumo de carboidrato pela alimentação e os pacientes perdiam muito peso. Porém, com o passar do tempo, percebeu que era inviável ingerir tão poucos carboidratos. Fraquezas, tonturas, falta de disposição e compulsão alimentar eram comuns. Com isso, no livro A Nova Dieta Revolucionária do Dr. Atkins, ele reformulou seu trabalho para aumentar o grau de sucesso dos seus pacientes.
Essa dieta ficou muito famosa no Brasil nos anos fim dos anos 90 e começo do novo século. Andou menos comentada por alguns anos, apesar de nunca ter sido totalmente esquecida, e agora, após 2010 com a publicação do livro Dukan Diet no Reino Unido, a restrição de carboidratos ganhou força novamente.
O que acontece com o corpo quando cortamos o carboidrato que, teoricamente, deveria fazer parte de 55%-65% do valor calórico da nossa alimentação?
  1. Como a fonte energética que nosso cérebro mais gosta é carboidrato, quanto “cortamos” esse nutriente da alimentação o organismo começa a gastar todos os estoques do corpo para fornecer energia ao cérebro. Com isso, o peso inicia sua queda, pois, para estocar carboidrato, também estocamos água. Ou seja, muito peso! *Alguns livros dizem que temos 4kg de carboidratos estocados no corpo (+ a água = menos peso na balança rapidamente).
  2. Assim, o metabolismo começa a queimar mais gordura e proteína (quase toda de origem muscular) do que o de costume para fornecer energia ao órgão mais vital do corpo humano, o cérebro. Músculo é pesado. Então, o peso corporal diminui mais ainda! Perdemos mais gordura também? Teoricamente, sim!
  3. O cérebro com falta de glicose dispara uma vontade enorme de comer carboidratos! *isso, claro, varia de pessoa para pessoa. Muitos médicos, ao restringir carboidratos davam remédios para controle dessa enorme desejo alimentar!
  4. Sem carboidratos, o corpo fica sem energia para fazer atividades físicas de maior intensidade como malhar ou correr. Por isso, não é muito recomendado fazer esforço físico de alto gasto calórico. Falta de atenção, concentração e mau humor também podem ser notados em algumas pessoas. Já escutou alguém falar que quando está com fome fica de mau humor?
  5. Com a perda de tecido muscular, o corpo de quem está fazendo essa restrição fica mais flácido. É normal muitas pessoas perderem 10, 15 ou 20 quilos e ainda não atingirem o tão sonhado corpo por causa disso.
É lógico que esse tipo de dieta emagrece! Aliás, quase todas se seguidas corretamente produzem o mesmo resultado! É sim uma alternativa para emagrecer! Porém, se você é uma pessoa que pratica atividade física intensa e quer restringir carboidratos, cuidado. Antes converse com um profissional. O preconizado até então pela maioria dos livros de nutrição é que, em uma dieta de 2000 kcal, perto de 1100 kcal viriam de carboidratos (se possível, de boa qualidade), ou seja, 270 gramas por dia.
Ainda há um abismo metabólico a ser descoberto pela ciência. Mas, em geral, a restrição severa de carboidratos não é totalmente aceita no meio profissional. O fato é que, os adeptos da deita adoram ver os números caindo na balança e são fervorosos defensores da mesma! E ainda é impossível falar com 100% de certeza que isso faz bem ou mal para a saúde.


Post escrito por Rodrigo Paiva- Professor de Ed. Física ( UFMG), nutricionista ( UNI- BH)  e pós graduado em fisiologia
CRN: 2317 / CREF: 7964 / Autor do livro “As verdades que você precisa saber” / Colaborador do blog Tips4life
Como fazer a drenagem linfática? Dúvidas... onde.. quem???


 Agora, o que é a Drenagem Linfática, quem me acompanha desde o início já sabe que ela ACONTECE NATURALMENTE EM NOSSO CORPO, através do SISTEMA LINFÁTICO que corre por canais parecidos com nossas veias (sangue sujo e com gás carbônico) e artérias (sangue limpo, cheio e nutrientes e oxigenado). Suas ramificações são paralelas a esses 2 sistemas sanguíneos. E uma das características desse sistema é ter um tanto de “CAROCINHOS” por quase toda sua extensão. Os “carocinhos” são os LINFONODOS, que filtram e purificam os líquidos de nosso corpo, e é neles também que nasce boa parte de nossas células de defesa. Inclusive, quando o Linfático aprisiona um invasor em um de seus linfonodos, ele costuma inchar e doer (é a chamada ÍNGUA). Isso acontece porque para combater Vírus e Bactéria ou qualquer outro agente invasor do corpo, essas células se reproduzem rapidamente em grande quantidade para combater o agente nocivo (como mostrado ao final do video mencionado abaixo). E por isso mesmo NÃO PODEMOS FICAR APERTANDO ÍNGUAS. É a nossa defesa imunológica agindo. E nesse caso também (de ínguas, febres e infecções), a Massagem é contraindicada,para não atrapalhar a DEFESA IMUNOLÓGICA. Com a Massagem de DRENAGEM LINFÁTICA ajudamos a OTIMIZAR o funcionamento desse sistema, MELHORANDO todo o METABOLISMO do corpo e seus processos de eliminação e purificação. REDUZINDO INCHAÇOS e CONGESTIONAMENTOS Segue LINK de um VÍDEO ilustrativo do Sistema. Nele esta suas principais estruturas e seu funcionamento básico. Apresenta-se nele, na sequência, os Vasos Linfáticos, os Linfonodos (como se fosse um mini rim), a linfa fluindo no vaso, e depois, o coração bombeando para enviar o sangue arterial (vasos vermelhos) para todo o corpo. E os vasos azuis representam o venoso. Com o linfatico no meio dos dois. SEGUE o Link. Está em Inglês mas o que importa é a ilustração, para ajudar a entender um pouco do que aqui foi colocado. http://kids.britannica.com/comptons/art-60037/The-lymphatic-system-carries-excess-fluid-and-other-materials-collected Bjs
Estudo liga uso de analgésicos na gravidez a déficit de atenção no bebê


Gestante que toma parecetamos na gravidez aumenta o TDAH

ALERTA!! ⚠⚠ Repassando essa reportagem: O acetaminofeno (paracetamol), analgésico de uso comum, considerado seguro para mulheres grávidas, foi vinculado pela primeira vez ao risco de as crianças virem a desenvolver transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), segundo uma pesquisa publicada nesta segunda-feira (24) nos Estados Unidos. Serão necessários mais estudos para confirmar as descobertas. No entanto, especialistas da Universidade da Califórnia e da Universidade de Aharus (Dinamarca) descobriram que as mulheres grávidas que tomaram acetaminofeno tiveram um risco 37% maior de ter filhos que mais tarde seriam diagnosticados com transtorno hiperquinético, uma forma particularmente severo de transtorno de hiperatividade com déficit de atenção. A origem desta condição, que afeta 5% das crianças americanas, ainda é desconhecida. Segundo o estudo publicado na revista da Associação Médica Americana, em comparação com as mulheres que não tomaram o analgésico estando grávidas, as que o fizeram tinham 29% mais probabilidades de ter filhos aos quais foram prescritos remédios para o TDAH e 13% mais chances de ter filhos com condutas parecidas às do TDAH por volta dos sete anos. http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/02/25/noticia_saudeplena,147723/estudo-liga-uso-de-paracetamol-na-gravidez-a-risco-de-tdah-em-criancas.shtml

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dor irradiada para o braço ! Você pode estar com uma Radiculopatia.






Dor nos braço e na nuca é normalmente o primeiro sinal de que as raízes de seus nervos estão irritadas em virtude de algum problema no pescoço e deve ser investigada. Sintomas como dormência, formigamento e, especialmente, fraqueza nos músculos dos braços constitui um sinal de alerta de que seu problema pode ser mais sério.
Radiculopatia é a compressão mecânica de uma raiz nervosa dentro das vértebras ou nos forames de conjugação. Como conseqüência, o nervo é tracionado (esticado) e ao mesmo tempo os vasos sanguíneos da região também são prejudicados. Acompanha-se de uma sensação de formigamento ou de dormência no percurso do nervo comprometido, podendo ser sentida desde o ombro até determinados dedos da mão.
Muitas vezes há também perda de força de um ou mais grupos musculares que dependem de uma ou mais raízes comprometidas, prejudicando determinadas funções dos membros superiores como a flexão ou extensão do antebraço. O mesmo pode ocorrer com determinados dedos da mão. Em geral, esses efeitos são observados de um lado só do corpo, seguindo a distribuição correspondente a cada raiz.

Artrose no joelho pode comprometer sua postura. Saiba como
Artrose no joelho quando instalada pode afetar sua postura. Saiba passo a passo como isto ocorre.
Vamos imaginar que a cartilagem que reveste os ossos nas articulações tem uma certa espessura, como o pneu de um automóvel. Conforme ocorre o desgaste pelo uso, o pneu vai diminuindo de espessura, até chegar na “lona”, o que na articulação corresponde ao desgaste da cartilagem até chegar no osso. Isto é a artrose. Quando isso ocorre, a dor fica muito forte,  incapacitante e pode haver o aparecimento de deformação óssea, que  compromete todo o alinhamento do joelho e consequentemente a coluna. A artrose é uma doença de caráter inflamatório e degenerativo das articulações (juntas) do organismo, marcada pelo desgaste das cartilagens que revestem as extremidades ósseas, causando dor e podendo levar a deformidades e limitações do movimento. Pode acometer o joelho, a coluna, o quadril, o ombro e até os dedos. A artrose do joelho tem se tornado cada vez mais comum. Muitos fatores estão relacionados com o seu aparecimento e seu desenvolvimento. Indivíduos muito obesos, os que sofreram algum traumatismo articular (entorses, fraturas, luxações), os que sofreram algumas alterações hormonais específicas, os que executam esportes com micros traumatismos de repetição, os que executam esportes de desaceleração (saltos) etc…
Como o paciente percebe que sofre de artrose?
Inicia-se com dificuldades nos movimentos articulares, principalmente no período matinal. Depois surgem dores articulares com sintomas característicos tais como, inchaço articular e calor local.
 Articulação normal


A articulação é uma estrutura que conecta um osso a outro. Nesse espaço, uma cartilagem amortece o impacto dos movimentos e impede que as peças do esqueleto se choquem. Quando mexemos a junta, a cartilagem é banhada e alimentada pelo líquido sinovial.
Desgaste da cartilagem



A idade, o uso inadequado, o sedentarismo e o excesso de peso favorecem um desgaste progressivo da cartilagem. É esse o fenômeno conhecido como artrose. Com o tempo e a degeneração da cartilagem, há uma redução do intervalo entre os ossos.
Deformação do osso

Nesse espaço restrito, ocorre uma reforma anatômica. Como a cartilagem não se regenera, os ossos tendem a crescer e se deformar, gerando os osteófitos, os bicos de papagaio. O impacto de um osso contra o outro causa dor e dificulta a movimentação.
Desvio da perna pela deformação do osso


Um joelho normal possui o seu eixo de carga passando pelo seu centro, sendo uma pequena variação de até aproximadamente 5º (cinco graus) admitida para esse eixo. Quando os eixos de carga possuem uma angulação superior a este valor, estaremos diante de deformidades denominadas em Varo quando a angulação é externa, e em Valgo quando esta é interna. Um aumento de carga sobre este eixo já deformado produzirá uma força vetorial externa ou interna, dependendo da angulação do joelho, fazendo com que haja uma maior pressão em determinada área, o que acarretará um desgaste precoce ou do lado interno ou do lado externo

Quando grandes deformidades já são detectadas em uma fase precoce, podem estas ser corrigidas por cirurgias específicas para um realinhamento do eixo do joelho, prevenindo, com isso, problemas maiores futuros.





segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Fibromialgia: a dor que não passa

Fibromialgia: a dor que não passa

A sensação é de ter sido atropelada: dói tudo e há um cansaço sem fim. E, pior, sob olhares de desconfiança por não ter “cara de doente” e os exames darem resultado normal. Mas é possível encontrar alívio para a fibromialgia, que ataca sobretudo as mulheres. O exercício é indispensável para a recuperação.

Dar uma volta no shopping, empurrar umcarrinho de supermercado, passear no parque e outras atividades triviais podem virar uma tortura para quem tem fibromialgia: 2,5% da população, na proporção de um homem para cada oito mulheres, a maioria na faixa entre 25 e 55 anos de idade. Ela se manifesta como uma dor persistente em várias partes do corpo. “Os atingidos não conseguem precisar o local, dizem que ‘dói tudo’”, informa a reumatologista Evelin Goldenberg, autora do livro O Coração Sente, o Corpo Dói (Editora Atheneu), que fala sobre essa doença complexa e pouco conhecida. Nos casos mais severos, até os fios de cabelo doem. Nem abraço é tolerado. Fora isso, a pessoa sente um cansaço inexplicável e um conjunto de sintomas – daí ser considerada uma síndrome – que inclui alterações no sono, rigidez matinal,dores de cabeça e depressão. E o sofrimento se arrasta. Um estudo da Sociedade Brasileira de Reumatologia com 500 mulheres, divulgado em 2011, concluiu que as pacientes demoram, em média, dois anos e meio para buscar auxílio médico e cinco anos até obter o alívio de suas queixas. Durante todo esse tempo, peregrinam por consultórios, fazem dezenas de exames e se submetem a tratamentos ineficazes.

O que dificulta o diagnóstico é que os exames de sangue e de imagem (raios X, ressonância magnética) dão resultado normal ou trazem achados que não esclarecem as queixas. Só métodos de última geração empregados em centros de pesquisa, como o pet scan (tomografia poremissão de pósitrons), que exibe o cérebro em funcionamento, são capazes de identificar alterações nos mecanismos cerebrais envolvidos na percepção da dor. E, como se não bastasse, a pessoa não tem “cara de dor”, isto é, não fica pálida e suando frio como quem é surpreendido por cólica renal. Por isso, familiares e amigos às vezes não levam a sério as queixas da vítima, desconfiam de que está querendo chamar a atenção e a apelidam de Maria das Dores. O diagnóstico traz alívio para quem teve os sintomas menosprezados: “Saber que não sofre de um distúrbio raro e fatal, que não corre o risco de ficar inválida e, principalmente, que não está louca faz toda a diferença”, diz a reumatologista. Embora a síndrome não tenha cura, o tratamento adequado mantém os sintomas sob controle.

Sensibilidade acentuada dor da fibromialgia é diferente da provocada por corte e queimadura. Não decorre de lesão nem de inflamação em alguma parte do corpo. Mas de amplificação da sensibilidade dolorosa, isto é, o portador sente mais dor do que o normal porque os mecanismos envolvidos no processamento da dor estão alterados. Há um excesso de substância P (do inglês pain, “dor”), o neurotransmissor que leva ao cérebro as informações dolorosas, enquanto analgésicos naturais, como a serotonina, estão em baixa. Daí decorre um aumento na percepção de dor. “O sistema nervoso vai ficando tão sensível que passa a responder de forma exagerada ao menor estímulo”, explica Evelin Goldenberg. Quem tem parentes de primeiro grau com a doença corre mais risco de apresentá-la. As crises são deflagradas especialmente por stress emocional: perda de uma pessoa querida, separação, hospitalização prolongada. Traumas físicos (cirurgias, acidentes), processos infecciosos, perdas prolongadas de sono e grandes flutuações hormonais são outros possíveis gatilhos. A inatividade física também contribui para que a fibromialgia dê as caras e o hábito de fumar tende a agravar a dor.

Pondo ordem na casa Nem toda dor crônica é sinal de fibromialgia. Os exames complementares ajudam a excluir doenças inflamatórias (bursite, por exemplo), degenerativas (caso da hérnia de disco) e metabólicas (como hipotiroidismo), que podem provocar sintomas semelhantes. Porém o mais importante é o exame físico, associado à história médica. Até 2010, o diagnóstico era positivo quando, dos 18 pontos espalhados pelo corpo (tender points) pressionados pelo médico na consulta, pelo menos 11 doíam. O último Consenso Brasileiro de Fibromialgia, assinado por 27 especialistas naquele ano, diz que, além de observar a dor, é preciso avaliar o estado físico e emocional do paciente, bem como a presença de sintomas como fadiga, sono não reparador e perda de memória, por pelo menos três meses. Com a adoção dos novos critérios, a incidência no sexo masculino começou a subir.

O tratamento consiste num pacote, que abrange orientação do paciente, medicamentos e exercícios, para reduzir a sensibilidade dolorosa e combater as outras queixas. A psicoterapia pode ser útil quando o stress emocional tem peso considerável (indica-se a terapia cognitiva comportamental), bem como a meditação e a acupuntura. Há dois remédios específicos para aliviar a dor da fibromialgia. O antidepressivo duloxetina é prescrito para quem também tem depressão, enquanto o neuromodulador pregabalina é indicado para quem manifesta formigamento e distúrbios do sono. Para abrandar os demais sintomas, podem ser associados outros antidepressivos (amitriptilina, nortriptilina, fluoxetina), relaxantes musculares (ciclobenzaprina), indutores de sono (zolpidem) e analgésicos comuns (paracetamol) ou opiáceos leves (tramadol). Todos esses fármacos requerem supervisão médica.

Treino customizado Exercício regular é um aliado essencial. Um estudo publicado na Arthritis Care Research, uma das mais importantes revistas científicas de reumatologia, em fevereiro de 2013, acompanhou pacientes com fibromialgia que começaram com dez minutos de caminhada duas vezes por semana e após três meses caminhavam 30 minutos quatro vezes por semana. Houve melhora da capacidade física e dos sintomas sem agravar a dor. A maioria também tomava remédios, o que mostrou que um programa bem estruturado à base de medicamentos e exercício regular pode controlar o distúrbio. “O exercício evita as contrações musculares (que provocam dor), fortalece, alonga e relaxa a musculatura, melhora o sono, a postura e a disposição, auxilia no controle da ansiedade e do peso e aumenta a autoestima”, enumera o fisioterapeuta Guilherme Henrique Barros Bogolenta, que atende numa clínica de reumatologia em São Paulo e tem experiência no acompanhamento desses pacientes.

Mas pessoas cansadas, cheias de dores e sedentárias tendem a resistir ao treino, temendo que ele intensifique o sofrimento. “Apesar de soar como remédio amargo no início, ele é necessário não para fazer do paciente um atleta, mas para ajudá-lo a superar a dor e voltar às atividades cotidianas”, avisa a fisioterapeuta Vivian Pasqualin, do FibroCuritiba, grupo de apoio a pacientes com fibromialgia criado há dez anos na capital paranaense. Já quem treinava antes de receber o diagnóstico, mesmo com as dores, às vezes acredita que forçar é bom, vai fazer bem. “Agora é preciso entender que há um limite”, orienta.

Os exercícios devem ser leves, progressivos, supervisionados e planejados para que a frequência, a duração e a intensidade aumentem de modo criterioso e individualizado. Do contrário, podem mesmo piorar o quadro. “É um projeto de longo prazo. Não para um mês ou dois, mas para a vida toda, como a reeducação alimentar”, compara a fisioterapeuta. Ainda mais se considerar que a fibromialgia pode voltar a incomodar quando menos se espera. Segundo Vivian, “o preço da liberdade é a eterna vigilância”.

Conheça os sintomas:
Cansaço inexplicável Comum em quase 90% dos pacientes, já é observado ao levantar e piora com qualquer esforço físico.

Sono não reparador Cerca de 70% dos pacientes apresentam sono leve, acordam várias vezes durante a noite e têm dificuldade para adormecer.

Rigidez muscular matinal É uma das sensações mais descritas (60%), seguida de formigamento em braços e pernas e sensação de inchaço (50%).

Dores de cabeça recorrentesMetade relata enxaqueca ou cefaleia tensional.

Dor persistente, de moderada a grave Começa numa área (pescoço, ombros, região lombar), sem causa aparente, depois se generaliza. Percebida como pontada, agulhada ou queimação, já incomoda pela manhã e piora no período pré-menstrual, no frio e em fases de stress.

Intestino irritável Pelo menos 34% apresentam dor e distensão abdominal e episódios alternados de diarreia e prisão de ventre.

Cistite de repetição Mais de 10% têm bexiga irritável, que se caracteriza por aumento na frequência de idas ao banheiro e dor ao urinar.

Problemas Cognitivos
Perda da memória e dificuldade de concentração aparecem em 20% dos pacientes. distúrbios do humor. Além de irritabilidade e ansiedade, 25% dos portadores apresentam depressão no momento do diagnóstico.